“Agora é o momento certo dos empresários do comércio de Campo Mourão e também da região discutirem o índice de reajuste salarial dos funcionários do setor, o calendário de datas e horários especial para a abertura das empresas e inúmeras outras questões de interesse do segmento”. O alerta é do presidente do Sindicato Empresarial do Comércio de Campo Mourão e Região, Nelson Bizoto. Ele desabafa: “Depois não ainda reclamar ou apresentar propostas ou ideias com referência ao contido na Convenção Coletiva de Trabalho do setor para 2013-2014”.A entidade empresarial realiza assembleia geral extraordinária na noite desta quarta-feira (22/5), no auditório da Associação Comercial e Industrial (Acicam), para tratar da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT 2013-2014). Estão convocados os comerciantes associados dos 24 municípios que compõem a base territorial do Sindicato Empresarial do Comércio. A partir das 18h30min acontecerá a reunião mensal da Acicam e, na sequência, será realizada a assembleia do sindicato. A previsão é de que a assembleia comece por volta das 19 horas.
Pauta
Da ordem do dia da assembleia consta: Análise e estudo do rol de reivindicações proposto pelo Sindicato dos Empregados no Comércio para firmar a CCT, definição do índice para reajuste salarial e reajuste do piso salarial, definição das datas especiais e horários para abertura das empresas, supermercados e afins (inclusive aos domingos e feriados), autorização para assinar e firmar a CCT 2013-2014, autorização para prorrogar a CCT 2012-2013 (caso necessário) e autorização para impetrar/contestar ação denominada de Dissídio Coletivo (caso necessário).
O Sindicato Empresarial do Comércio tem em sua base territorial os municípios de Campo Mourão, Araruna, Barbosa Ferraz, Boa Esperança, Campina da Lagoa, Corumbataí do Sul, Engenheiro Beltrão, Farol, Fênix, Goioerê, Iretama, Janiópolis, Juranda, Luiziana, Mamborê, Mariluz, Moreira Sales, Nova Cantu, Peabiru, Quarto Centenário, Quinta do Sol, Rancho Alegre do Oeste, Roncador e Ubiratã.
Nelson Bizoto ressalta que a participação do maior número possível de empresários do comércio é fundamental, pois a CCT influencia de forma decisiva no cotidiano das empresas. “Os comerciantes devem e precisam saber e discutir as propostas apresentadas pelo sindicato dos empregados no setor. Afinal são questões que também dizem respeito diretamente a eles e a suas empresas. A Assembleia é o momento correto para discutir o conteúdo da Convenção Coletiva de Trabalho, não depois de firmado o acordo”, acentua Nelson Bizoto.