Observatório Social registrou economia de R$ 8,4 milhões

O relatório de atividades do Observatório Social de Campo Mourão, apresentado à comunidade no final da última semana, aponta que a economia alcançada nas 217 licitações que o Município realizou entre maio e agosto deste ano somou R$ 8.455.452,12. Essa foi a diferença entre a somatória do preço máximo estipulado em cada licitação aberta pelo Município e os valores efetivamente contratados. Uma diferença da ordem de 24,69 por cento.

A maior economia – 30,46 por cento – foi registrada nos 202 pregões presenciais realizados pela administração municipal direta e indireta. Essa é a modalidade de licitação mais utilizada pelo governo municipal de Campo Mourão. A diferença entre a somatória de preços máximos (R$ 22.705.906,20) e os valores contratados (R$ 15.788.793,03) foi de R$ 6.917.113,17.

Nas 10 tomadas de preços que aconteceram no período a economia foi de R$ 836.509,14 (23,51%), enquanto em duas concorrências públicas que aconteceram nos quatro meses a economia chegou a R$ 985.563,72 (8,78%).

Antes da atuação do Observatório Social nas licitações promovidas pela administração municipal, a economia – diferença entre os preços máximos e os valores contratados – girava em torno de dois por cento. No quadrimestre de maio a agosto deste ano, a economia foi de 24,69 por cento.

Sem licitação

No mesmo período foram feitas 256 compras e contratações com dispensa de licitação: Departamento de Suprimentos – 127 (R$ 12.184.661,99), Fundação de Esportes – 33 (R$ 466.554,54), Fundação Cultural – 86 (R$ 675.819,23) e Câmara de Vereadores – 10 (R$ 45.569,60).

Com ratificação de inexigibilidade de licitação foram feitas 105 compras e contratações nos quatro meses, que somaram R$ 13.359.351,79: Departamento de Suprimentos – 14 (R$ 12.184.661,99), Fundação de Esportes – 56 (R$ 466.554,54), Fundação Cultural – 19 (R$ 675.819,23) e Câmara de Vereadores – 16 (R$ 32.316,03).

O Observatório Social de Campo Mourão, fundado no dia 27 de setembro de 2007, foi o segundo implantado no Brasil. A entidade não tem fins econômico ou vinculação partidária, atuando junto aos órgãos da gestão pública, primando pela lisura, transparência, zelo e o devido trato com a coisa pública. Para participar, o cidadão não pode ter filiação partidária.

O Grupo Gestor do Observatório Social de Campo Mourão é formado por Roberval Melo Ruscetto (presidente), Marlene Fiorese de Lima (vice-presidente), Antonia Correa de Melo, Eduardo Akira Azuma, Geraldo Sebastião dos Santos, Luiz Pepinelli, Palo Marcos de Oliveira, Miguel Theodorovicz, José Nelson Botega, Eloi Bonkoski, Adilson Luiz Staniszewski, Ater Cristófoli, Wilson Isolani, Léia Uhren e Zuleide Milanez Giraldi.

Estas são as instituições que apóiam o OS/Campo Mourão: Associação Comercial e Industrial (Acicam), Fundação Educere – Pesquisa e Desenvolvimento, Sindicato Empresarial do Comércio (Sindicam), Rotary Club, Ordem dos Advogados do Brasil, Ministério Público Estadual, Panificadora Fiorella, Integrado – Faculdade e Colégio, Cesumar, Sistema Fiep e a Maçonaria.

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