No próximo dia 27, o Observatório Social de Campo Mourão completa sete anos de fundação. Foi o segundo implantado no país, logo após a criação da entidade pela sociedade organizada de Maringá, em razão de descalabros na administração municipal que tiveram repercussão nacional. Cerca de 70 cidades brasileiras, em 15 estados, já contam atualmente com a entidade.
O movimento para a criação do Observatório Social em Campo Mourão surgiu na Associação Comercial e Industrial (Acicam), em 2007, com o movimento ganhando rapidamente a adesão de clubes de serviços, entidades classistas e de outros segmentos da comunidade. Nestor Bisi foi o primeiro presidente. Na sequência, o cargo foi ocupado por Ater Cristófoli (que atualmente é o presidente do Observatório Social do Brasil) e Eloi Bonkoski. Desde o ano passado, a entidade mourãoense é presidida por Nelson Botega, mas conta com um grupo gestor.
O Observatório Social de Campo Mourão atua prioritariamente no acompanhamento de todas as etapas das licitações realizadas pelo poder público municipal, monitorando – por amostragens – alguns entrega dos produtos e serviços contratados. Também monitora ainda as dispensas de licitação, acompanha nomeações para cargos de confiança, a atuação dos vereadores e os repasses de dinheiro público a entidades, por exemplo.
A atual diretoria do Observatório Social de Campo Mourão está assim constituída: Nelson Botega (presidente), Oscar Sumio Azuma (vice- presidente), Geraldo Sebastião dos Santos (vice-presidente de Administração), Wilson Isolani (vice-presidente de Responsabilidade Social), Roberval Ruscetto (vice-presidente de Educação), Miguel Theodorovicz (vice-presidente de Cultura), Luiz Pepinelli (vice-presidente de Esporte e Lazer), Zuleide Milanez Giraldi (vice-presidente de Políticas Sociais), Antônia Corrêa de Melo (1ª Tesoureira), Ater Carlos Cristofoli (2º Tesoureiro), Eloi Ricardo Cobbe Bonkoski (1º Secretário) e Cesar Dallabrida (2º secretário). O Conselho Fiscal é integrado por Eduardo Akira, Guido Pusch e Nestor Ocimar Bisi.